O Evento

Acontecerá no Hangar - Centro de Convenções, saiba mais informações sobre transporte, hospedagem, credencialmente.

Programação

Acontecerá no Hangar - Centro de Convenções, saiba mais informações sobre transporte, hospedagem, credencialmente.


27 DE JANEIRO, DOMINGO 28 DE JANEIRO, SEGUNDA 29 DE JANEIRO, TERÇA 30 DE JANEIRO, QUARTA 31 DE JANEIRO, QUINTA

08:30h

Workshops

Salas 1 e 2

08:30h às 9:00h

Eixo Comunicação

Auditório

08:30h às 9:00h

Eixo Sustentável

Auditório

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Belém, Metrópole da Amazônia

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Notícias

12 de janeiro 2018

‘Barreiras instaladas no Rio Doce são ineficazes’, diz engenheiro da UFPA

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Um engenheiro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) afirmou que são inúteis as barreiras flutuantes instaladas pela Samarco em Regência, Linhares, Norte do Espírito Santo, para conter a lama. Segundo Paulo Rosnan, os rejeitos vão se espalhar pelo oceano naturalmente. Apesar disso, ele destacou que os impactos no mar serão pequenos e nada vai chegar ao arquipélago de Abrolhos.
“É inevitável, a lama vai chegar ao mar, porque é impossível conter. Eu não entendo o porquê de colocar essa barreira. Isso não tem eficácia alguma. Ela tem que sair, se despistar pelo oceano e isso vai ser feito naturalmente”, falou o engenheiro, que participou de simulações da chegada da lama ao oceano.
Barreiras de contenção flutuantes começaram a ser instaladas na Foz do Rio Doce, em Regência, nesta quarta-feira (18), por uma empresa contratada pela mineradora Samarco, para evitar que a lama de rejeitos atinja ilhas, alagados e áreas mais baixas do brejo. Ao todo, são nove mil metros de barreira offshore e sea fences, que costumam ser usadas em derramamento de óleo no oceano, com objetivo de preservar fauna e flora locais.